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FACHA, 45 anos de história e de carioquice

FACHA, 45 anos de história e de carioquice

O Rio de Janeiro precisa de gente que viva, ame e trabalhe pelo seu permanente progresso, desenvolvimento e (re) construção. E, para tanto, não somente o carioca como todos aqueles que elegeram o Rio para viver precisam se empenhar para que a Cidade possa continuar sendo, de fato, Maravilhosa. Para que isso ocorra, todos os cidadãos devem contribuir. E as autoridades constituídas têm o dever constitucional de zelar por sua segurança, além é claro, de buscar caminhos, visando oferecer, e de forma permanente, educação, saúde, cultura, cidadania, saúde e bem-estar social.

 

Ao comemorar 45 anos de fundação, a FACHA se projeta não somente pelo seu sólido projeto educacional acadêmico, mas também por sua identidade com o Rio. Certamente, é a instituição de ensino superior mais carioca da cidade, com a promoção permanente de teatro, música, poesia, exposições de fotos e de artes plásticas e lançamento de livros sobre todos os matizes, além de constantes debates políticos. Barbosa Lima Sobrinho, então Presidente da Associação Brasileira de Imprensa, Austregésilo de Athayde, no exercício da Presidência da Academia Brasileira de Letras, o líder comunista Luiz Carlos Prestes, João Vicente Goulart e o então candidato à presidência da República Lula da Silva são alguns dos nomes ilustres que passaram pelo auditório da faculdade.

 

Na faculdade, artistas expressivos da MPB se apresentaram e continuam a se apresentar, fazendo shows memoráveis. Chico Buarque, Maria Bethânia, Elza Soares, Jorge Mautner, Hermeto Paschoal, Clara Sandroni, Claudio Nucci, Grupos Blues Etílicos, Garganta Profunda e Rappa, Cássia Eller, Zélia Ducan, Leila Pinheiro, Luiz Melodia, Leo Ganldeman e Blackout são alguns desses músicos. Peças teatrais das mais importantes foram encenadas pelo grupo de teatro, Grutacha. Dentre tantas, "Morte e Vida Severina", "O alienista", "A terceira margem do Rio", "Transgressões", "Espumas flutuantes" e "Baal". Atuante, o Núcleo de Arte e Cultura é dirigido pelo ator e poeta Sady Biachin, ex-aluno e professor da instituição. Ele, com muita desenvoltura, promove eventos de grande repercussão e sempre abertos à comunidade, como "Rio de Versos", performance poética, e "Poesia Visual", que reuniu 80 poetas vindos de 21 países. Na FACHA, todas as "tribos" estão reunidas e convivem em perfeita harmonia, criando uma atmosfera leve e absolutamente indescritível.

 

Não há no mundo Cidade mais encantadora do que o Rio de Janeiro. Paris, Londres, Roma, Atenas, Jerusalém, Dubai, Auckland, Fiji, Cairo, Cape Town, Túnis, Tóquio, Pequim, Nova York, San Francisco e Las Vegas guardam seus encantos, suas tradições, culturas e civilizações. A Cidade Maravilhosa, coração do Brasil, guarda encantos mil. Guarda praias, abriga florestas, encanta com o Pão de Açúcar e é abraçada pelo Cristo Redentor, do alto do Corcovado, que, diariamente, também abençoa a todos e sempre de braços abertos.

 

Entre o sol de Ipanema, o mar de Copacabana, as Lagoas Rodrigo de Freitas e Marapendi e a Mata Atlântica está geograficamente a Cidade do Rio de Janeiro, que vem servindo, desde a sua fundação por Estácio de Sá, de inspiração constante para músicos, poetas, cineastas, escritores e pintores. Tom Jobim e Vinícius de Moraes, por exemplo, se serviram dos cenários desta Cidade para compor músicas inesquecíveis, além de Chico Buarque e Belchior, dentre tantos. João Cabral de Melo Neto, na Praia do Flamengo, Manuel Bandeira, na Gloria, Carlos Drummond de Andrade e Antonio Olinto, em Copacabana, Rubens Braga, em Ipanema, e Rachel de Queiroz, no Leblon, foram lembrando o poeta português Fernando Pessoa, "antenas do mundo". Fizeram prosas e poesias declarando, assim, amor e paixão, além de reverência, pelo Rio. Pancetti e Sylvio Pinto, com suas marinhas, retrataram o litoral da Cidade, do cais do porto a Grumari.

A magia da cidade, com seu clima paradisíaco, banhada pelo Atlântico Sul, debaixo da linha do Equador e sob o Trópico de Capricórnio, seduz. E não é à toa que ela recebe, e sempre com hospitalidade, pessoas de todas as partes do mundo.

 

Em Botafogo, zona sul, ao lado da Igreja Imaculada Conceição, bem próxima do Palácio Guanabara, do Fluminense Futebol Clube, do Centro Empresarial Argentina e em frente à Praia de Botafogo está o campus Botafogo. O samba ferve no bairro com a Escola de Samba São Clemente. Nessa rua, a lendária Casa de Ruy Barbosa. Do outro lado da cidade, na zona norte, no Méier, situa-se o outro campus. Lá, nas vizinhanças, estão o Jardim do Méier, o Centro Cultural João Nogueira - o Imperator, a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, o Polo Méier e os famosos Elite Musical e Sport Club Mackenzie.

 

Lembrando o Maestro Tom Jobim, "minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro, estou morrendo de saudades. Rio, teu mar, praias sem fim... você foi feito para mim...". Aqui, apareceram a Garota de Ipanema (salve Helô Pinheiro!), imortalizada pelo maestro maior, e o Menino do Rio, do baiano Caetano Veloso, que também adotou o Rio para viver, assim como outros baianos igualmente notáveis, como Gal, Gil e Simone.

As imagens das praias cariocas, do Morro Dois Irmãos, do Joá, do Jardim Botânico, da Princesinha do Mar (Dick Farney e Caymmi), da Ilha Fiscal (último baile do império), da Floresta da Tijuca e dos carnavais (Mangueira e "as rosas não falam", de Cartola e de Dona Zica; Império Serrano, Beija-Flor, Portela e Salgueiro), sem esquecer do Maracanã.

 

Leila Diniz, Albino Pinheiro, Glauber Rocha e Sergio Cabral foram e são alguns dos personagens mais ilustres da Cidade. O Rio Antigo de Ferrer, de Debret, de Rugendas.

 

Ser carioca, aliás, é um estado de espírito, como costuma dizer a jornalista Danuza Leão, irmã de Nara. Ser aluno ou ex-aluno da FACHA é, que me perdoe a Danuza, também um estado de espírito.

 

Ruas, becos, praças e favelas estão imortalizadas em belas canções, em telas. A Rua Nascimento e Silva, em Ipanema, por exemplo, ficou registrada e eternizada na voz da "Divina" Elizeth Cardoso.

 

Poder contemplar o projeto paisagístico do Aterro do Flamengo, a Igreja da Glória, do alto do Outeiro, a Candelária, os prédios centenários e históricos do Centro Cultural Banco do Brasil e a Casa França-Brasil, assim como o Mosteiro de São Bento - uma joia rara - é absolutamente fantástico. Caminhar pelas Paineiras é, igualmente, prazeroso. E a cidade vista lá de cima mais parece um imenso, e gigantesco, postal, e de tirar o fôlego. Em cores, Santa Teresa, com o seu charmoso bondinho, encanta, com rara beleza.

 

O Rio de Janeiro merece que todos os seus habitantes trabalhem pela valorização dos seus encantos, pela preservação da sua história, segunda capital do Império e primeira da República, pela divulgação da sua cultura, o samba como marca registrada, pela proteção do seu rico meio-ambiente e pela obstinação de conservar o Rio como porta de entrada do turismo da América Latina.

 

E esta polis tão importante no cenário do Estado do Rio de Janeiro não poderia deixar de abrigar a FACHA, uma faculdade multicultural, tradicional e consolidada, e verdadeiramente engajada nas mais vivas tradições culturais da Cidade Maravilhosa. E é bom que se enfatize, como prega o slogan, "em todo lugar tem sempre alguém da FACHA". E tem mais, a faculdade foi fundada no dia 20 de janeiro, dia em que se comemora São Sebastião, padroeiro da Cidade.

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